Em 2020 extrema esquerda do Chile queimavam igrejas, relembre

O ato ocorreu um ano depois da explosão social de 18 de outubro de 2019

Militantes de extrema esquerda queimaram dois templos religiosos em Santiago, capital do Chile, durante uma manifestação há dois anos atrás, (18 de outubro de 2020). Uma delas foi a Igreja da Assunção. Quando a cúpula pegou fogo depois do desabamento da estrutura, centenas de manifestantes comemoraram. Antes, próximo ao local onde ocorreu o atentado, outro templo, dos Carabineros, foi saqueado e queimado. Contudo, os bombeiros conseguiram apagar as chamas antes que elas causassem maiores danos. “Queimar igrejas é uma expressão de brutalidade”, reagiu o ministro do Interior e Segurança, Víctor Pérez, ao destacar que durante o dia a polícia protegeu as estações de metrô de Santiago, os ônibus do transporte público e outros alvos dos violentos ataques do ano passado.

O ato ocorreu um ano depois da explosão social de 18 de outubro de 2019, e a uma semana do processo eleitoral mais importante das últimas três décadas: o plebiscito de 25 de outubro, que definirá o destino da atual Constituição, vigente desde 1980. Cerca de 25 mil pessoas participaram dos protestos na Praça Itália, considerada o marco zero chileno, de acordo com a polícia local. Entre outros vandalismos, incluindo depredações e pichações, houve saques e, na zona sul da capital, em Puente Alto, uma estação do metrô foi incendiada, enquanto um grupo de pelo menos 300 pessoas encapuzadas atacaram a 20ª delegacia dos Carabineiros. Jogaram coquetéis molotov e outros objetos contra o edifício que abriga o quartel policial.

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