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Ela não estava desaparecida, foi presa por tráfico de drogas

No domingo, 6 de outubro, Patricia Elizabeth Escobar Portillo, de 24 anos, de nacionalidade paraguaia, foi dada como desaparecida por seus familiares. Desde o meio-dia, seus parentes relataram que haviam perdido todo contato com ela, o que desencadeou uma busca imediata pelas autoridades. Segundo o pai, a última vez que ela foi vista, estava acompanhada por um homem, entre 24 e 30 anos, que havia se mudado para a residência dela três semanas antes.

Imagens de circuito fechado confirmaram que o carro de Patricia ficou estacionado em frente à sua casa no bairro María Auxiliadora, no quilômetro 16 de Acaray no Paraguai, até as 3h25 da manhã de domingo. Na sequência, as câmeras captaram o casal entrando no veículo e mantendo relações sexuais.

O Ministério Público determinou uma busca pela jovem, porém, o caso tomou um rumo inesperado quando, na terça-feira, 8 de outubro, surgiram informações de que ela estaria no Brasil por motivos de trabalho, acompanhada de seu namorado. No entanto, essa versão foi logo desmentida por um desfecho chocante.

Horas depois, foi confirmado que Patricia havia sido presa em uma operação antidrogas no Brasil, em Chapecó, estado de Santa Catarina. Ela, junto com seu namorado, Diego Isaac Allende Quiñónez, e uma terceira pessoa, foram detidos por tráfico de drogas. A operação foi realizada pelo Departamento de Investigação Criminal brasileiro, que tinha como alvo o tráfico transfronteiriço de entorpecentes.

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Durante a abordagem, o carro com placas paraguaias foi revistado, e a polícia encontrou diversos pacotes de maconha escondidos nas portas do veículo. Ao todo, 13 quilos de maconha foram apreendidos, e os três ocupantes foram presos em flagrante.

O caso, que começou com um desaparecimento, revelou-se parte de uma trama mais complexa e criminosa. Patricia Elizabeth Escobar Portillo agora enfrenta sérias acusações, enquanto as autoridades brasileiras e paraguaias continuam investigando o ocorrido.

Fonte Extra