Introdução
O cenário político em Mato Grosso do Sul está em constante evolução, especialmente para o bloco governista que enfrenta dificuldades em acomodar o trio de deputados federais do PSDB em uma chapa para a reeleição. Enquanto as incertezas se ampliam, surgem oportunidades que podem beneficiar a esquerda no estado.
A Dificuldade do Bloco Governista
Eduardo Riedel e Reinaldo Azambuja lideram um grupo que ainda não definiu o futuro dos deputados federais do PSDB. Apesar do compromisso de permanência, a hesitação prevalece com promessas a outros partidos, de forma que a aliança governista pode se ver desfeita. Esta instabilidade pode ser uma janela de oportunidade para a esquerda se reorganizar e reduzir os prejuízos em termos de votos.
Possíveis Caminhos para os Deputados do PSDB
Diante da possibilidade de filiações ao Republicanos por Dagoberto Nogueira e Beto Pereira, a união no PSDB pode ser ameaçada. Geraldo Resende, por exemplo, é contra a migração para partidos de direita e defende a permanência no PSDB. Contudo, se essa opção não for viável, ele poderia considerar a filiação ao Partido Verde (PV), criando mais um desafio para a composição de chapas e a reeleição.
Implicações Futuras
O bloco governista precisa gerenciar cuidadosamente as prioridades entre os cinco partidos envolvidos: PL, PP, PSDB, PSD e Republicanos. Promessas feitas podem não se concretizar, e a necessidade de garantir a reeleição de figuras-chave, como Nelsinho Trad para o Senado, torna esse processo ainda mais crítico. Caso Geraldo Resende consiga um espaço, ele pode ser fundamental para a meta de eleger novamente dois deputados federais, fortalecendo a posição do grupo.
