No momento em que alunos chilenos começam as férias de inverno, eles deixam para trás um semestre marcado pela violência. Várias escolas de ensino médio ao redor de Santiago foram ocupadas por estudantes, uma foi incendiada e jovens encapuzados entraram em confronto com a polícia e queimaram ônibus.
Em junho, a prestigiosa escola Internado Nacional Barros Arana (INBA), em Santiago, foi temporariamente fechada devido a violência “grave”, incluindo um incêndio no escritório do diretor.
Em um país que tem registrado desenvolvimento rápido mas desigual nas últimas décadas, protestos de estudantes contra a educação cara e de baixa qualidade nas escolas e universidades tornaram-se mais frequentes.
O principal impacto foi em adolescentes e pré-adolescentes que retornam à escola depois de passar pela puberdade em isolamento, disse ela.
A Superintendência de Educação do Chile registrou aumento de 56% nos incidentes violentos no último semestre em comparação com 2018 e 2019.
AB
